Nova Ordem Mundial

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Serão os presidentes dos Estados Unidos reféns do establishment?

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Serão os presidentes dos EUA reféns e prisioneiros do establishment? Hoje em dia é bastante discutido a sufocante pressão que o poder de determinados grupos acadêmicos, econômicos, políticos, militares e lobbies diversos exercem sobre o atual presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama.

Germán Gorraiz López publicou um artigo em Tercera Información onde explica de que maneira Barack Obama ficou refém do establishment.

Obama começou o seu mandato sob o signo da “Obamamanía”, fenômeno sociológico em que uma pessoa sem experiência nem programa político conhecido se converta em ícono de massas, sobre ventos de mudança e devolva a ilusão e esperança a uma sociedade norte-americana afundada na recessão, com escandalosas desigualdades sociais e uma significativa erosão da sua imagem no mundo depois dos sangrantes episódios de vulneração dos Direitos Humanos em Iraque e no Guantánamo. A sua elevada popularidade ao ser eleito, revelou que a sociedade norte-americana necessitava mudanças, mas as poderosas “mãos invisíveis” do establishment encobertas nos complexos militares, financeiros, políticos  e meios de informação de massas, parecem ser um obstáculo ultrapassável para fazer realidade o seu lema “Yes We Can” (“Sim, Nós Podemos”). [...]

Obama vs Kennedy

Wright Mills, em “The Power Elite” (1956), indica que a chave para se entender la inquietude norte-americana encontra-se na sobre-organização da sua sociedade. Mills define establishment como “o grupo élite formado pela união das sub-élites política, militar, econômica, universitária e mídia de massas dos Estados Unidos”, lobbies de pressão que estariam interconectados mediante “uma inquietante aliança baseada na comunhão de interesses e dirigidas pela metafísica militar”.

Germán Gorraiz López termina o artigo fazendo referência ao assassinato do presidente Kennedy:

Recordemos que Kennedy, num discurso na Universidade de Columbia, em 14 de Novembro, admite que “existem fortes pressões de grupos de poder, dentro dos Estados Unidos da América, para converter o cargo de Presidente em algo meramente simbólico” pelo que em 21 de novembro de 1963, foi obrigado a assinar a ordem executiva 11490 ,”que permite ao governo dispôr de medidas excepcionais, inclusive para qualquer ditadura, em caso de emergência”.

Isto implicaria uma forte machadada no poder da CIA, (verdadeira detentora do poder na sombra e profundamente introduzida em todos os grupos de poder dos EUA) , pelo que os seus dirigentes procederam à gestação dum enredo endógeno que se encarregou do assalto e golpe de mão contra a legalidade democrática do sistema político norte-americano, que culminou com o magnicídio de Kennedy .

Esse assassinato marcou o nascimento dum sistema político tutelado pelo novo aparato de poder paralelo na sombra, do qual serão reféns todos os seguintes Presidentes eleitos dos EUA, pelo que se Obama continuasse com a sua cruzada de limpeza aos agentes patógenos do establishment, assistiríamos a uma intensa campanha de desqualificação pessoal e política , não sendo de descartar a elaboração dum trama endógeno que poderia reeditar o magnicídio de Dallas (Kennedy, 1.963) para conseguir que os EUA regresse ao caminho das democracias tuteladas pelo poder na sombra ( establishment).

Ler todo o artigo de Germán Gorraiz López aqui (em castelhano).

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